Preencha-me da Sua Linfa Quero me desprender, mas as amarras são atrozes, Exaurem-me como o ébrio esvazia a garrafa; Temo ir deitar à campa, nessa flor da idade, Abomino a ideia de ir-me com gloríolas Não me importo com essa morte visível aos olhos O que a minha mão pode tanger; não! Dói-me se eu morrer deveras, se eu morrer Como Saul, louco! Desamparado por Deus!!!! Reviro-me em livros almejado uma sapiência vã Que pode acabar amanhã ou senão ora, agora; A minha alma inteira é ávida por Deus, Mas o meu vaso quer preencher-se da água esgotável Deus te escrevi estes versos no fundo do poço tal José; Como Daniel na Cova dos Leões, sei que tudo vês; [ajuda-me como a eles [para ou...
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