Para mães que perderam os filhos em guerras

Que haja exuberância de amor
enquanto homens guerreiam
por um pouco de terra ou fósseis
para que logo eles acordem
e acabem com o prélio.

Para que mães durmam
em paz e para que
não precisem ler'em epitáfios
sobre os corpos de seus filhos.

Para que mães não precisem
lembrarem-se de que os últimos
gestos de sua prole
foram ademanes que diziam:
Adeus! Um perpétuo adeus.

                                          dos Silva e Santos




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog