A beleza é tão cotidiana
A pobre vassoura que
varre o chão de um nobre;
Empurra visíveis e
invisíveis grãos;
Aos possíveis de
fitar-se a olho nu, o fim;
Porém outros, levados
são, por lufadas;
Estas que oscilam,
lançando-os em qualquer direção,
Vão de lesta a oeste, do norte ao sul, aos
extremos de
Latitude e longitude,
ouvem os cantos de tribos remotas
Conhecem o cantar de
todos os seres, com ou sem asas;
Passam-se despercebidos,
roubando destes ósculos, e
Sempre de mãos dadas ao
vento, seu companheiro
Que enorme profusão de
beleza, ah se soubesse
O homem, que quando varre,
rei nenhum possui tal
Opulência, que quando
ele varre vis grãos, exorta;
Os ventos e grãos, a um
longo passeio, até que haja calmaria.
Silva dos Santos,
WENDLEY
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