O PONTO
Há sempre aquele ponto em
Que perdemos toda a essência
Que nada jorra intensamente
De nossos corpos, cabeças, mãos
Ou genitálias.
Aquele maldito ponto em
Que a esperança não é nada
Além de uma fraca luz inalcançável
Do que um que ponto G inexistente
E assim os prazeres da carne
Não satisfazem a nossa ENORME alma.
Em que tombamos nas esquinas da vida
Quando nenhum amigo sabe
E se sabe logo diz que o paliativo
Vem de garrafas de cervejas ou
Litros de vodka
E mesmo sabendo que o alívio
Com isso não virá
Viramos os copos
Secamos as garrafas.
-Amanhã é outro dia!
A vida desliza veloz
Sobre as pedras no caminho
E não há ponto de parada
Apenas de partida, de chegada...
E essa partida não vem com a
Nossa escolha tampouco a chegada
Sim! A VIDA...
Esse eterno ponto do qual
Não sabemos nada.
-AMANHÃ É OUTRO DIA!
WENDLEY SILVA DOS SANTOS
Há sempre aquele ponto em
Que perdemos toda a essência
Que nada jorra intensamente
De nossos corpos, cabeças, mãos
Ou genitálias.
Aquele maldito ponto em
Que a esperança não é nada
Além de uma fraca luz inalcançável
Do que um que ponto G inexistente
E assim os prazeres da carne
Não satisfazem a nossa ENORME alma.
Em que tombamos nas esquinas da vida
Quando nenhum amigo sabe
E se sabe logo diz que o paliativo
Vem de garrafas de cervejas ou
Litros de vodka
E mesmo sabendo que o alívio
Com isso não virá
Viramos os copos
Secamos as garrafas.
-Amanhã é outro dia!
A vida desliza veloz
Sobre as pedras no caminho
E não há ponto de parada
Apenas de partida, de chegada...
E essa partida não vem com a
Nossa escolha tampouco a chegada
Sim! A VIDA...
Esse eterno ponto do qual
Não sabemos nada.
-AMANHÃ É OUTRO DIA!
WENDLEY SILVA DOS SANTOS
Comentários