deixe-me morar no teu regaço
permita-me voltar no tempo
para arranca o teu cabaço.

permita-me deslizar minhas mãos
na obscenidade de tuas curvas
                               [montanhosas.

permita-me percorrer por horas
a lonjura de tuas pernas com
                             [os meus beijos crassos.

e não se esqueça (por favor)
que o meu corpo é uma flama-viva
onde você pode vir quando quiser
para se aquecer nos momentos
em que os dias deslizarem frios e
desidiosos sobre o teu corpo.

quando você me procurar: jamais
encontrará indiferença ou desídia.

mas sobretudo me permita
de quando em quando
ir até você.

porque o teu sorriso é como um grande sol
que renova as energias do pequeno sol
                                          - que eu sou.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog